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terça-feira, 22 de março de 2011

Fundamentos Básicos (Bottom - Fundos e Suas Variações)

Utilizado na maioria das pranchas do bico até o meio da prancha, quando usado entre as quilhas na área da rabeta a prancha fica com uma pressão maior que o vee bottom facilitando nas desgarradas
Deixa a prancha bem solta facilitando muito a troca de bordas muito utilizado em pranchas grandes, funboards e longboards, mas se for utilizado em excesso tira a pressão e velocidade da prancha


Pequeno caimento nas laterais da bordas que pode ser usado da rabeta até o meio da prancha, ajuda muito na troca de bordas e nas manobras e bastante utilizados em variados tipos de modelos como fun e long.



É projetado do bico até a rabeta, deixando com que o fluxo de água corra muito mais rápido aumentando a velocidade e pressão, deixa a prancha um pouco mais dura se a prancha não tiver uma boa curva.



Canaletas tem a função de canalizar a saída de água da rabeta aumentando a projeção e velocidade da prancha deixando a prancha mais duira é boa para ondas mais lisas e de maior pressão.



Usado atualmente com a curva de fundo mais equilibrada, deixa a prancha bem solta e com excelente projeção por causa do conjunto de um vee com um double concave próximo das quilhas.



O concave no pé da frente aliado ao double concave deixa a prancha com velocidade e projeção só que um pouco mais presa é ideal para quem gosta de imprimir bastante força nas manobras.



Publicado por Déko Lopes
Pesquisado por Diego Lopes.


Fonte: Aborigiknees  

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Fundamentos Básicos (EDGE - Quina da Borda Inferior )

Fica localizado na parte de baixo da prancha, é o encontro da borda de cima até o fundo onde se forma um canto mais acentuado, Muito importante para que a prancha tenha uma maior saída de água no fundo aumentando assim aceleração e direcionamento.Quando usado de forma incorreta prejudica totalmente o funcionamento da prancha.


1) - Edge (+) acentuado: Tem a função de dar maior projeção a prancha, quando usado até o bico compromete a maleabilidade deixando a prancha muito dura, o ideal é usar no máximo a 2 pés da rabeta, deixando a prancha com ótima resposta nas manobras.



2) - Edge (+) suave: É colocado do bico até o edge mais acentuado, fazendo com que a prancha tenha maior agilidade nas trocas de bordas, se for usado na parte da rabeta muito suave compromete a projeção e velocidade da prancha.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Fundamentos Básicos (Rocker - Curva de Fundo da Prancha)





A distribuição de espessura deve ser feito sempre de acordo com o posicionamento e distribuição de peso e pressão que o surfista impõe no deck (parte de cima da prancha) para que o shaper possa distribuir corretamente, pois quando feito isto de forma incorreta, o rocker ( curva de fundo) tocará na superfície da água fazendo com que a prancha não obtenha um funcionamento adequado.Vejamos abaixo exemplos de distribuição:

É o ponto mais importante que influência diretamente no desempenho da prancha, por estar sempre em contato com a água, quando mau distribuída a curva de fundo em relação ao biótipo do surfista e estilo, está prancha não terá um um desempenho adequado, pois o que é funcional para um surfista poderá não ser para outro.

O Rocker (fundo) está dividido em 3 partes que são:

a) entrada de água, localizado na parte do bico;
b) passagem de fluxo d'água, localizado no meio;
c) saída de água, localizado na parte de trás (rabeta)





A) - Distribuição de rocker com mais curva

Este tipo de curva torna a prancha mais solta e sensível permitindo subir e descer na onda cavada com maior facilidade , só que em onda mais cheia este tipo de fundo perde muito a velocidade e projeção.








B) - Distribuição de rocker com menos curva

É muito utilizado por proporcionar maior velocidade e projeção da prancha, este tipo de rocker com uma flutuação bem distribuída e com quilhas adequadas torna-se uma excelente prancha para o dia a dia.






Por isso é muito importante saber como o surfista se posiciona em cima da prancha, para saber como será feito a distribuição da curva de fundo, facilitando e melhorarando o desempenho desta prancha.



As principais variáveis do fundo da prancha são as curvas de fundo (rocker) e o formato da sua superfície.

As curvas mais acentuadas são usadas em pranchas para ondas maiores e mais cavadas, e curvas menos acentuadas em pranchas menores e para ondas cheias.

Quanto ao formato da superfície temos o fundo reto, em "V" e os côncavos(concaves).
O fundo reto é o mais básico que existe e o que menos interfere no funcionamento da prancha, normalmente é usado do meio para o bico. É um fundo intermediário entre o fundo em "V" e o côncavo. O fundo em "V" é mais usado nas pranchas médias e grandes, principalmente na área entre as quilhas. O funcionamento do fundo côncavo é oposto ao fundo em "V" aumentando a pressão do fluxo de água que corre pelo fundo da prancha devido a sua canalização.

Existe também uma combinação bastante funcional para pranchas médias e grandes que é o uso de duas canalizações côncavas entre as quilhas em cima de um "V". Essa mistura deixa a prancha com uma troca de borda mais sensível e projetável pelo trabalho dos dois concaves.

Falando em canalização do fluxo de água não podemos deixar de falar nas canaletas. Elas podem ser retas ou curvas, podem ser somente entre as quilhas ou até mais próximas ao meio da prancha, podem ser em um,dois ou três pares. As canaletas foram bastante usadas na década de 90 e sua função é semelhante a do fundo côncavo, aumentar a velocidade de saída da água canalizando seu fluxo.



Clique na imagem para aumentá-la

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Fundamentos Básicos (Saiba Tudo Sobre Sua Prancha)



Botton

Existem basicamente três tipos de fundo:

V-bottons - logarina mais alta que a borda, são os tradicionais. É uma prancha bem solta, com menor projeção boa para ,ares mexidos;

Concave - logarina mais baixa que as bordas, é um fundo relativamente novo. É uma prancha com maior velocidade e funciona melhor em ondas lisas e cavadas;

Flat - reto - é o fundo que fica entre os outros dois.Da uma condição parecida com a do V-botton mas com mais velocidade em ondas gordas.É o mais indicado para iniciantes

Em cada parte da prancha podem se aplicar um ou mais fundos simultaneamente.

Wedge

É a linha da virada da borda que serve para a prancha quebrar mais a linha da onda. O wedge mais acentuado é usado para as ondas cavadas enquanto o wedge é indicado para as ondas gordas e manobras mais suaves.

Envergadura

Existe a envergadura do bico onde entra o fluxo de água e conseqüentemente a envergadura da rabeta que é por onde sai o fluxo de água. Se mal trabalhada e muito acentuada faz com que prancha perca a velocidade. Maior envergadura é indicada para ondas mais cavadas e a menor para ondas mais gordas.

Bordas

Existem basicamente dois tipos de bordas:

Cheia ou larga - boa para remada, mais indicada para ondas gordas que exigem muita remada e manobras menos radicais, sendo indicada também para pessoas com muito peso ou para quem está começando;

Fina ou faca - sem muito volume, possui sua virada do deck para o fundo da prancha mais acentuada, dai o nome "faca". Recomendada para ondas mais cavadas.

Área

Como o próprio nome diz, é a área da prancha, pranchas mais estreitas servem para ondas mais cavadas, pranchas com maior área são indicadas para ondas mais gordas.

Canaletas

Usadas para dar uma velocidade para a prancha. Tem um ponto negativo: instabilidade em ondas mexidas.

Rabetas

Uma das principais partes da prancha, cada uma tem uma função diferente, por exemplo:

Square - O final da prancha é cortado radicalmente, formando duas quinas acentuadas. Tem uma resposta rápida, quebrando a linha da onda imediatamente. Usada em ondas com tamanho médio e pequenas. Possui uma versatilidade muito grande, por isso a maioria das pranchas para o surfedia-a-dia são square ou squash.

Squash - A diferença para a square, é uma quina mais suave, tendo assim uma resposta melhor para manobras redondas. É ideal para ondas cheias, de tamanho médio ou pequeno. Bastante usada em pranchas pequenas e medias proporcionam um surf com bastante pressão.

Round - Como o próprio nome diz é uma rabeta arredondada, é ideal para manobras em curvas suaves, como cutback e rasgadas ao longo da onda. Ideal para ondas cheias e com força.

Round Pin - Normalmente usada em pranchas médias ou grandes A prancha vem funilando formando uma única quina. Noventa por cento das pranchas de ondas grandes, são "round pin". Ela consegue dar uma boa estabilidade, permitindo que o surfista quebre a linha das ondas maiores com mais facilidade, apesar do seu tamanho.

Swallow - Era conhecida antigamente como rabeta em forma de peixe. Quebra a linha da onda com mais facilidade que uma prancha com rabeta fechada. Quando é exercida pressão sobre ela, a saída de água é forte possibilitando assim curvas de arcos menores. Usada tanto em ondas grandes como pequenas, é boa para quer resposta rápida nas manobras.

Wing swallow - Tem a mesma função da swallow, mas devido à quebra, aumenta a pressão. Dando uma maior velocidade.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Fundamentos Básicos (Quilhas)

As quilhas trabalham como qualquer outra variante da prancha, dependendo do shaper ajustar o projeto da prancha de acordo com a necessidade do surfista. Existem dois sistemas de fixação de quilhas, o que fixa as quilhas direto na laminação e o de quilhas removíveis. O segundo nos dá a possibilidade de experimentar vários designs de quilhas diferentes mudando substancialmente o funcionamento da prancha de acordo com as condições do mar, e também nos proporciona facilidade no transporte das pranchas sem as quilhas.

Quanto ao design, as quilhas fixas quanto removíveis, imensa gama de modelos alteram consideravelmente o funcionamento da prancha. Uma quilha maior proporciona maior segurança em ondas maiores, ideal também para surfistas mais pesados, já as quilhas menores funcionam bem em ondas menores e com surfistas mais leves. Quilhas mais curvadas para trás funcionam bem em ondas fortes e cavadas que precisam de maior segurança. Já as com pouca curva facilitam a manobrabilidade nas ondas cheias e menores.

O posicionamento das quilhas também é o outro ponto relevante. Quilhas mais recuadas deixam as pranchas mais velozes e direcionais, porém mais duras. Já os conjuntos mais adiantadas deixam as pranchas mais soltas, porém com menos pressão. A direção e a inclinação das quilhas laterais também refletem no funcionamento da prancha. Quanto mais apontadas para o bico, mais facilmente serão feitos os movimentos de curva, em contrapartida a prancha fica menos direcional. Analisando o inverso, quilhas fugindo do bico para fora deixam a prancha mais direcional, porém mais dura nos movimentos de curva.
A inclinação das quilhas laterais também reflete nesse comportamento, quanto mais próximo de um ângulo de 90º (mais em pé) deixam a prancha mais direcional, porém bem dura nos movimentos de curva. Aumentando sua inclinação a prancha se torna mais maleável nas curvas.

O foil longitudinal é responsável pela entrada e saída d´água.

Segundo o Teorema de Bernoulli, " a pressão é mais baixa quando a velocidade
de um fluido é rápida e é mais elevada quando a velocidade do fluido é baixa." Quando a quilha corta a água as moléculas do fluido se dividem, uma parte passa pelo lado com foil e a outra parte passa pelo lado sem foil. Devido a um princípio físico, exatamente as mesmas moléculas que estavam juntas antes dessa divisão tendem a se encontrar no final do percurso. Para que isso aconteça a velocidade do fluido no lado do foil tem que ser maior que do lado sem o foil para que dê tempo de se encontrarem no final. Voltando a Bernoulli, quando a velocidade do fluido é rápida diminui-se a pressão. O aumento da pressão prejudica a estabilidade da prancha. Hoje em dia temos alguns modelos de quilhas laterais com foil nos dois lados, o interno menos curvado que o externo.









As pranchas tri-quilhas é com certeza uma unanimidade desde seu lançamento pelo o Australiano Simon Anderson é um dos modelos mais usados em todos países. Shapers do mundo inteiro vem pesquisando e desenvolvendo modelos de designs, outlines , angulação e posicionamento das quilhas em relação ao desempenho da prancha. Aqui vamos ver algumas pesquisas que influenciam diretamente no funcionamento das quilhas em relação ao shape da prancha.

A) - Posicionamento do conjunto das quilhas

O conjunto da 3 quilhas colocadas mais atrasadas (próximo a rabeta) deixa a prancha mais veloz, porém menos maleável na hora de fazer as manobras. Colocadas mais adiantadas, tornará a prancha muito mais solta, porém irá prejudicá-la na sua velocidade. O equilíbrio está ligado diretamente ao posicionamento do surfista sobre a prancha se o seu pé traseiro é colocada mais adiantado ou atrasado e de que maneira impõe esta força sobre a prancha.

B) - Angulo Longitudinal em relação ao bico

Quilhas mais paralelas proporciona maior velocidade, deixando um pouco presa a prancha, indicado para surfistas que impõe mais pressão na prancha.
Quilhas mais apontadas para o bico, deixa a prancha mais solta, ocasionando perda de velocidade pelo atrito causado nas quilhas, para surfistas que impõe menos força na rabeta e tem um pouco mais de experiência.

C) - Angulo das quilhas em relação ao fundo

Quanto mais inclinada em relação ao fundo, maior será a facilidade de troca de borda, quando inclinada em excesso a prancha poderá derrapar.Quando as quilhas são menos inclinadas endurece um pouco a prancha deixando mais presa. A angulação varia muito de surfista para surfista dependendo do fundo e a pressão exercida na prancha.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Fundamentos Básicos (Deck)



O deck é o resultado do rocker (curva de fundo) em relação a espessura da prancha do bico até a rabeta, tendo como medida o meio da longarina.

1) - Flat Deck: Frequentemente mais usada em pranchas menos espessas fazendo com que as bordas fiquem mais cheias, ajudando para que a água não jogue para cima do deck e também não deixa que a borda enterre nas manobras, muito usada para pranchas pequenas e ondas sem muita pressão e surfistas mais leves e pequenos.




2) - Domed Deck: Consegue-se visualizar em pranchas mais espessas, um maior volume concentrado no meio da prancha, o domed deck faz com que as bordas fiquem mais finas, gerando assim uma sensibilidade e segurança em ondas com seções mais cavadas. Muito utilizada e difundido nos dias atuais entre os melhores shapers.


domingo, 3 de outubro de 2010

Fundamentos Básicos (Bordas)

Bordas é a parte lateral da prancha que corta a parede da onda, e controla a virada e saída de água do fundo da prancha dando maior projeção, cada tipo de borda tem uma influência direta na prancha, por isso é importante saber o que se encaixa melhor para o tipo de onda a ser surfada.Vejamos abaixo quando colocada no bico, meio e rabeta qual seu funcionamento:

A) - BICO DA PRANCHA

BICO (bordas deitadas)

É boa em ondas mais cavadas por ter melhor aderência na parede da onda, mas deixa subir um pouco de água no deck travando a prancha as vezes.



BICO (bordas cheias)

É utilizada em ondas pequenas, por evitar que jogue água para o deck da prancha, deixando a prancha mais em cima da onda, não deixando com que trave algumas vezes.



B) - MEIO DA PRANCHA

MEIO (bordas facas)

Indicada para ondas maiores e ocas onde proporciona maior segurança e velocidade nas manobras, já em ondas mais cheias a prancha perde velocidade e enterra a borda.


MEIO (bordas semi box)

É a mais utilizada atualmente aliada ao dome deck a prancha tem bons resultados tanto em ondas pequenas e médias seja a onda mais cheia ou mais cavada.


MEIO (bordas box)

Usada em pranchas mais finas com menor flutuação ( para surfistas mais leves e experientes)sempre integrado ao flat deck, deixando assim as bordas mais em pé e redondas.



C) - RABETA DA PRANCHA

RABETA (bordas faca)

É utilizado em pranchas para ondas grandes e ocas proporcionando maior projeção e segurança da prancha dentro da parte mais em pé da onda..



RABETA (bordas box)

Muito ulilizado nas pranchas atuais, por proporcionar mais projeção e velocidade a prancha em ondas pequenas e mais cheias.



quinta-feira, 22 de julho de 2010

Gírias do Surf

Em cada lugar que você chega, um novo vocabulário se apresenta. A partir de então, as novas palavras aprendidas parecem te perseguir; a todo momento são escutadas e lidas.


Então eu trago para vocês um pouco das palavras que são comuns no meio do surf. Vale a pena conferir, pois se algum surfista ou até mesmo jovem, usar essas palavras que é comum entre eles hoje em dia, você saberá o que está sendo dito e não vai ficar de jojolão.



360º – Além de ser o nome deste site pra lá de radical é uma manobra em que o surfista executa uma volta completa em torno de si mesmo (com sua prancha) e continua na mesma direção.

Abar – Quando “filam” suas coisas no surf, tipo: rango, parafina…

ABRASP – Associação Brasileira de Surf Profissional

Aerial 360º – Variação dificílima da manobra citada acima, onde o surfista executa a mesma durante um vôo com a prancha.

Aloha – Saudação havaiana de boas vindas ou de Adeus.

Amador – Atleta que não recebe salário.

Amarradão – Quando uma pessoa está muito feliz!

Arrebentar – Se sair muito bem em uma determinada situação.

ASP – Association of Surfing Professional

Astrodeck – material feito com borracha especial, aplicado sobre a prancha, servindo assim como anti-derrapante.

Aussie – surfista australiano.

Back door – Parte da onda que quebra da direita para a esquerda – para quem está olhando da praia.

Back side – É quando o surfista pega onda posicionando-se de costas para ela.

Back Wash – Pororoca, ou seja, onda que vem ao contrário, da direção da areia.

Batida – Manobra em que o surfista acerta a crista da onda com a parte de baixo da prancha.

Beach Break – Praia com fundo de areia.

Big rider – Surfista que é bom e gosta de pegar ondas grandes.

Bóia – é o cara que fica parado dentro da água e a galera passa por ele e pega as ondas, serve de bóia…

Boia (2) – Ponto flutuante colocado em competições no outside da arrebentação, pelo qual o surfista competidor deve efetuar uma passagem para ganhar a prioridade de pegar uma onda.

Bolha – área da prancha que se encontra danificada, podendo estar ou não com água. A princípio a área fica fofa.

Bottom (Fundo) – Parte do fundo da prancha (onde ficam as quilhas).

Bottom Turn (Cavada) – Manobra onde o surfista faz uma curva na base da onda em direção do lip (crista da onda).

Brother – Expressão usada no cumprimento de surfistas ou amigos próximos. (Fala, Brother!)

Cabrerão – Medroso, froucho, bundão.

Cabuloso – Doideira, esquisito, estranho.

Caldo – Quando o surfista cai da prancha.

Camisinha – Capa de prancha de tecido elástico que ao ser colocada na prancha se assemelha a um preservativo.

Casca grossa – Surfista muito bom em determinadas características / situação difícil.

Cavada – Mesmo que bottom turn.

CBS – Confederação Brasileira de Surf Amador.

Colocar Pilha (Pilhar) – Incentivar fazendo pressão / Aborrecer.

Copinho – local da prancha onde se coloca a cordinha, leash ou strep.

Crowd – Muita gente surfando numa mesma área.

Cut back – Manobra em que o surfista volta na direção contrária da onda e depois retorna na direção normal, formando um ’s’.

Deck – Parte de cima da prancha (onde o surfista pisa).

Do Surf – Que faz parte da tribo do surf/ Massa, Doidera, Legal.

Drop – Significa descer a onda da crista até a base.

Elevador – Passar por uma onda grande, subindo pela frente e descendo por trás.

Evolution – prancha com mais espessura e largura, facilitando o drop e cavada. Geralmente vão de 7′até 8′6″ e com bico arredondado.

Expression Session – Campeonato onde todos os surfistas entram na água e o vencedor é aquele que realiza a melhor manobra entre os competidores.

Flat – Mar liso, sem ondas.

Floater – Manobra em que o surfista flutua, quase sem contato, com a crista da onda, quando ela já está quebrando.

Free surfer – Surfista que não entra em campeonatos regularmente. Surfa por puro prazer e de preferência, longe do crowd.

Front side – é quando o surfista pega onda posicionando-se de frente para ela.

Fundo (Bottom) – Parte do fundo da prancha (onde ficam as quilhas).

Glass – Liso, água limpa e transparente, dia de ondas perfeitas, sem nenhum vento.

Grab rail – Manobra que o surfista coloca a mão na borda da prancha para pegar um tubo de back side.

Grommett – Surfista novo que tem entre 10 a 12 anos de idade.

Goofy – Surfista que pisa com o pé direito na frente (base Goofy).

Gun – Prancha grande, para ondas grandes.

Haole – Expressão havaiana para surfista de fora do Hawaii/ surfista que não é do local onde está surfando.

Hot dog – Prancha pequena, para ondas pequenas. Um surf hot dog é surfado em ondas pequenas e bem manobráveis.

Inside – Qualquer lugar dentro da arrebentação, ou seja, a própria arrebentação.

Ir Trabalhar – Ir surfar bem cedinho.

ISA – International Surfing Association.

Jaca – O cara que fica horas para pegar uma onda e quando consegue leva um caldo.

Jojolão – Vacilão, cabaço, prego.

Juaca – Aquele que é bom em pegar tubos.

Kaô – Papo furado (mó kaô= maior papo furado).

Larica – Qualquer tipo de comida de preparo instantâneo ou pronta que mate sua fome após o surf ou outras atividades.

Leash – Corda utilizada para prender a prancha ao pé do surfista.

Leque – Manobra na qual o surfista sobe ao lip da onda e quando puxa a prancha com toda força faz com que a mesma destrua o lip jogando água fazendo a forma de um leque.

Lip – Crista da onda.

Line Up – Alinhamento dos surfistas no outside (linha de formação das ondas).

Localismo – Espécie de rincha entre os surfistas, responsável por muitas brigas e confusões dentro da água, nas disputas pelas ondas. Os surfistas locais (moradores) pensam que têm mais direito ao oceano.

Long John – Roupa de borracha para proteger do frio (modelo para o corpo inteiro).

Mar Gordo – Quando o mar está com onda largas, que são difíceis de pegar quando se está muito perto do início da mesma.

Maral – Vento que sopra do mar em direção a areia, geralmente aumenta o mar.

Marola – Parte mais rasa do mar e com ondas menores.

Maroleiro – Surfista que gosta de ondas pequenas.

Merreca – Onda “péssima”; sem condições de fazer um belo Surf.

Merrequeiro – Surfista que só pega ondas pequenas.

Me Quebrei – Me dei mal.

Mormaço – Quando está cheio de surfista na área e você tenta pegar a onda na sua e os caras ficam te enchendo, pegando as ondas e vindo para cima de você.

Morra – onda grande e gigante.

Noronha – Local onde não existem direitas nem esquerdas perfeitas. Local de ondas baixas.

Off Shore – Vento lateral da terra para o mar. Este vento normalmente é quente e alisa as ondas.

On Shore – Mesma coisa que MARAL, ou seja, vento que sopra do mar para terra.

Outline – Esboço de uma prancha. É o desenho, a “linha de fora”, o contorno que o shaper utiliza para começar a criar.

Outside – Qualquer local para fora da arrebentação.

Pala – Dar Bandeira é dar uma pala.

Pangas do Pântano – é aquele que mora na praia (caiçara), tem tudo para fazer o esporte (surfar) e tem medo do mar.

Paraíba – Banhista que lota a praia. Atrapalha a sua manobra no inside.

Pico – Mesmo que Point, local bom para ser freqüentado / Parte mais alta de uma onda.

Pipocar – amarelar, ficar com medo de um mar grande ou similar.

Point – Qualquer local ou lugar que as pessoas considerem interessante.

Point Break – Praia com fundo de pedra.

Pororoca – Quando as ondas vão até o raso e voltam, se chocando com as ondas que ainda estão indo, o que atrapalha o surfista quando está descendo. Também conhecido como Back Wash.

Prego – Surfista que não sabe pegar onda muito bem.

Pro – Surfista profissional, competidor e que ganha dinheiro com o esporte.

Queixão – Rabeador: Surfista que dropa no rabo da onda de outro.

Quebra-coco – Onda oca e rápida que se forma depois da onda principal estourando bem próximo da praia.

Quilha – dá segurança a prancha, direcionando-a na onda e proporcionando manobras.

Quiver – prancha.

Rabear – É quando um surfista entra na frente da onda de um outro surfista que já está dropando a mesma e acaba por quebrar o lip.

Raberar – O mesmo que rabear.

Rabuda – Roubar uma onda.

Ramado – Do lugar.

Rango – Comida.

Reef Break – Praia com fundo de coral.

Regular – Surfista que pisa como pé esquerdo na frente (base Regular).

Rip – Estar no Rip é estar em forma.

Secret Point – Local secreto.

Sessão – Parte de uma onda. Cada sessão propicia manobras diferentes.

Série – Sequência de ondas.

Show – Uma coisa boa. “O mar estava show.”

Strap – O mesmo que leash ou cordinha.

Stryle – Alucinante, parecido com show.

Sufrista – Não sabe surfar, mas se acha o melhor na água, fica falando demais e surfando nada.

Swell – Ondulação.

Tá Show – Está muito bom.

Tá Gringo – Quando o mar está excelente.

Tail Slide – Manobra em que o surfista derrapa a rabeta da prancha. Pode ser conjugada com outras manobras.

Terral – Mesma coisa que Off Shore.

Tocossauro – Prancha velha, amarelada, pesada, escabufada.

Tube Rider – Surfista quem é bom em tubos.

Tubo – Manobra em que o surfista fica dentro da onda.

Traction – Borracha anti-derrapante colada no deck da prancha.

Trip – Viagem de surf, geralmente para um lugar com altas ondas.

Vaca – Tombo; Queda; Wipe Out.

Varrer – Quando uma onda grande, ou série de ondas grandes pega todos desprevenidos no inside.

WCT – World Championship Tour, é a 1ª divisão do Circuito Mundial de Surf.

Wipe Out – Mesmo que Vaca; ou seja, tombo, queda.

WQS – World Qualifing Series, é a 2ª divisão do Circuito Mundial de Surf.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Aquecimento e Alongamento Antes de Surfar

Realize pelo menos 5 minutos de aquecimento. Seus benefícios incluem:
1- o aumento do fluxo de sangue para os músculos e articulações
2- a redução das lesões esportivas
3- a redução da tensão muscular
4- o aumento da amplitude de movimento
5- o desenvolvimento da consciência corporal
6- o melhor controle mental do corpo
7- a melhora das velocidades de reação e de movimento
A capoeira, a ginástica natural e algumas séries de asamas do yoga também podem ser utilizadas como aquecimento.




Aquecimento

1- corrida leve por alguns minutos
2- polichinelo (variedades de saltos no lugar, modificando a posição dos pés e sincronizando com o movimento das mãos.
3- Salto com meio agachamento.
4- Circule os braços de uma perna à outra alternadamente (1 minuto)
5- Abdominais e oblíquos (30 cada)
6- Deitado no chão, pule de pé na posição de surf (regular e goofy)






Alongamento

Se você não alongar, progressivamente notará:
1- limitação na rotação do tronco, limitando manobras verticais
2- limitação na flexão da coluna, que limitará a velocidade de ficar em pé a partir da posição deitada
3- os músculos peitorais e dos ombros ficarão encurtados, tornando a remada ineficiente
4- os músculos da coluna ficarão encurtados, dificultando a posição arqueada da coluna para ver as ondas e remar
5- os músculos da panturrilha e da face posterior da coxa ficarão encurtados, dificultando a posição de agachamento etc.

Os alongamentos devem ser realizados antes e após cada treino.

Alongamento geral


1- Estes alongamentos estáticos devem ser mantidos por 30 segundos:



2- faça a rotação do tronco e da cabeça com os joelhos dobrados
3- alongue os ombros e peitorais




4- Coluna para frente. Sentado, contraia o abdome e alongue-se com as mãos em direção aos pés
5- coluna para trás. Apóie as mãos e estenda os cotovelos, erguendo a coluna e o pescoço. O pescoço deve estar para cima e não para trás
6- alongue a virilha
7- alongue o quadríceps e a panturrilha






A seqüência de postura do yoga conhecida como saudação ao Sol, ou surya namaskar, também pode ser usada.

Fonte: Livro Surf & Saúde Dr. Joel Steinman

terça-feira, 8 de junho de 2010

Fundamentos Básicos (Tipos de Pranchas)


No começo, as pranchas eram feitas de madeira, de troncos de árvores. Chegavam a pesar 80kg, tinham 4 metros de altura e não havia quilhas.
Atualmente, as pranchas são feitas a partir de um bloco de poliuretano, um material poroso, semelhante ao isopor, que faz com que a prancha flutue. Sobre o bloco, é colocada uma camada de tecido de fibra de vidro. Por cima de tudo, aplica-se resina com catalizador que forma essa casca que dá mais resistência a prancha. Mesmo assim, o material é delicado e não suporta quedas nem batidas. Tipos de Prancha :

1. Longboard 

São pranchas grandes, a partir de 9". O tamanho limita a quantidade de manobras. Mesmo assim, dá para andar sobre a prancha , ficar com os dois pés no bico... Até a década de 70, eram as mais usadas. Atualmente, são as preferidas dos surfistas das antigas e de alguns iniciantes.

2. Gun 

Apesar do tamanho, esse modelo havaiano tem menos área de contato com a água do que o longboard. Tem bastante mobilidade e é bastante manobrável. Indicada para ondas grandes.

3. Funboard 

Derivam do longboard, mas são menores, em torno de 7". É a prancha preferida dos iniciantes e também é uma boa opção para dias em que o mar está muito crowd porque você consegue remar e entrar na onda antes de quem está usando uma prancha pequena.

4. Evolution 

Parece com a fun na largura e na espessura, mas tem o formato da pranchinha normal, com bico mais pontudo. É uma prancha mais solta, que possibilita mais manobras do que o longboard e o funboard.

5. Performance/Minimodels/Pranchinhas

São as preferidas dos surfistas tops e de amadores que gostam de velocidade e muitas manobras. Mais usadas para ondas pequenas.

Dicas

1. Quanto maior, mais larga e mais grossa, maior a flutuação da prancha. Para os iniciantes, é melhor escolher uma prancha com essas características para conseguir remar melhor, se equilibrar e ficar em pé.
2. Os bicos redondos são usados por iniciantes e nos escolinhas para evitar lesões.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Fundamentos Básicos (Wide Point e Outline)





Wide Point:

  É o ponto onde se encontra a largura máxima da prancha. Se o wide  point está atrás do centro da prancha, deixa as trocas de bordas mais rápidas e as manobras mais suaves. Quando o wide point é no centro da prancha, há um equilíbrio entre manobra e direção. Se o wide está adiante do centro da prancha, ela fica mais dura e as manobras, mais abertas.










Outline:

  Linha externa que circunda a prancha. Existem diversas medidas para determinar o outline da prancha, mas três são básicas. A largura no bico, o wide point e a largura na rabeta.







Curvo: Mais solta e menor projeção.

Paralelo: Menos solta e maior sensibilidade.

Largo: Maior flutuação e menor sensibilidade.

Estreito: Menor flutuação e maior sensibilidade.






domingo, 6 de junho de 2010

Fundamentos Básicos (Tipos de Rabetas)

A rabeta é um dos detalhes mais visíveis da prancha, e  com mais variantes  que podem influenciar na performance do surfista, conheça os tipos:

Squash: É  a mais usada por ser a mais compatível com o surf atual. Com ligeiras modificações, pode ser aplicada a qualquer tipo de prancha, unindo assim as características de todas as outras rabetas. Funciona em quase todos os tipos de onda.

Pin Tail: Direciona toda a manobra a partir de um só ponto, deixando-a muito aberta. Necessitando de muito volume de água para realizar as trocas de borda. Geralmente é usada em pranchas acima de 7' para ondas grandes, tubulares e rápidas.
A variante round pin, por sua vez, possui maior aderência e projeção, o que a faz mais adequada para ondas de tamanho médio e/ou tubulares.

Swallow: Permite maior quebra de linha na onda. Funciona como se a prancha tivesse um duplo pin tail e por isso a direciona de cada uma das pontas, deixando a prancha bem solta. É utilizada para ondas gordas e cheias, permitindo maior sustentação e agilidade.

Wings: Servem para ajustar o outline  do meio com a rabeta. Auxiliam a execução das trocas de bordas em espaços reduzidos.Geralmente são usadas em pranchas pequenas e largas com rabetas Swallow.



                         (clique na imagem para aumenta-la)




Cada tipo de rabeta pode ter as seguintes variações:

Estreita: Manobras mais seguras e fortes.

Mais larga: Manobras suaves e de maior sustentação.

Mais redonda: Manobras mais suaves e abertas.

Pontiagudas: Manobras mais agudas e quebradas.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Fundamentos Básicos (Tamanho de Pranchas)

O tamanho ideal da prancha para o surfista conforme sua idade:

10 a 12 anos - O ideal é uma prancha 5.3 com espessura fina.13 a 16 anos - 5.8 para quem esta começando, pois, da uma boa flutuação.



17 a 25 anos - A prancha ideal para quem possui esta idade, é uma prancha de 6.0 ou alguma seja duas polegadas da sua cabeça para cima.


26 a 30 anos - essa é uma idade que a pessoa é pesada, um longbord é uma prancha boa, mas para quem quer meter manobras na onda uma 6.2, pois é rápida.


O tamanho ideal da prancha para o surfista conforme sua altura:






Também podemos usar pranchas adequadas conforme o tamanho da onda, veja a tabela:








No Bodyboard a tabela é relacionada com a altura do praticante, veja a tabela:



Bom pessoal, espero que tenham gostado da postagem , pois procurei gráficos que fossem fáceis de ser entendidos e informações necessárias para que sua prancha seja adequada ao seu porte ou até mesmo para o tamanho de ondas da qual você vai surfar.

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