Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Significado da Palavra Aloha

Aloha...



Aloha é uma palavra formada pelas iniciais de outras cinco palavras havaianas, cujos significados orientam a conduta do povo local. É o chamado "Espírito Aloha".


A, vem de AKAHAI, Bondade a ser demonstrada com Ternura.
L, vem de LOKAHI, Unidade a ser expressa com Harmonia.
O, vem de OLU OLU, Cordialidade a ser demonstrada com Afeto.
H, vem de HA AHA A, Humildade, a ser demonstrada através da Modéstia.
A, vem de AHONUI, Paciência, a ser demonstrada pela Perseverança.

Como os próprios havaianos gostam de dizer, palavras não são suficientes para traduzir todo o significado da palavra mágica "Aloha". Trata-se de uma espécie de filosofia local, que permeia as relações interpessoais e faz com que cada indivíduo seja parte da coletividade. É o que diz um dos principais provérbios havaianos:
"O nós, anula o eu"... "

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Skimboard

Skimboard  (Foto: Leopitapos)


Skimboard é um esporte praticado principalmente em praias de tombo e consiste em correr em direção de uma onda, jogar sua prancha rapidamente pulando em cima dela para então surfar a onda. Neste esporte encontramos uma mistura de várias outras modalidades como o surf, skateboard ou snowbord, visto que é possível surfar a onda, fazer manobras como no skate ou surf. Os atletas que praticam este esporte são Skimboarders ou Skimmers. Também pode ser em praias planas utilizando-se de obstáculos e rampas (flatland).


História

O skimboard teve o seu início perto de 1930 nas praias de Laguna Beach, Califórnia, mas em Portugal apenas apareceu na década de 80 nas praias da Linha do Estoril através de Miguel Rato e MDT PI, os pioneiros do skimboard am Portugal.

O esporte mistura manobras de surf e skate, e o atleta precisa correr da praia em direção ao mar, aproveitando as ondas que quebram na beira da praia. Em alguns locais, como Bahia - Brasil, é chamado de frus (surf ao contrário) por conta de inversão: em vez de partir da onda para a praia, o skimmer corre da praia para o mar.

Em Portugal, com o surgimento das primeiras pranchas nacionais primeiro com Rato Skimboards e depois com a Folha Skimboards, os campeonatos foram aparecendo e a modalidade ganhou divulgação, chegando nos anos 90 a ter uma grande projecção através dos media, patrocinadores e eventos.

As pranchas que comecaram por ser em madeira de contraplacado, evoluíram para o foam (espuma), usado nas pranchas de surf o que permitiu uma maior evolução de manobras e espetacularidade do desporto. Nos dias de hoje a modalidade tem bastantes praticantes no mundo inteiro. Já existem campeonatos internacionais nos EUA, França, Chile, Portugal e México.

No Brasil, a modalidade já é bastante difundida em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Pernambuco. Neste último estado, encontrou no Recife um local propício para se desenvolver. Com os ataques de tubarão, o surf foi proibido e uma das principais praias do Nordeste, Boa Viagem, perdeu seu principal esporte. Porém, permitiu o desenvolvimento do Skimboard. Os antigos fabricantes de pranchas de surf investiram no novo produto e o número de praticantes não para de crescer.

Em Pernambuco, o esporte está se desenvolvendo com o trabalho da Geração Skim, equipe especializada no esporte que investiu na preparação dos atletas organizando Workshops, Encontros e Campeonatos, sempre trazendo skimmers experientes de fora do Estado.

A modalidade tem bastantes praticantes no mundo inteiro. Já são realizados campeonatos internacionais em países como EUA, França, Portugal, México e Chile.


Competições

Existe hoje, nos EUA, um circuito profissional chamado UST-United Skimboard Tour. É organizado por 3 dos maiores fabricantes de pranchas do mundo: Victoria Skimboards, Zap Skimboards e Exile Skimboards. Esse é o evento de que participam os maiores nomes do skimboard mundial, como Bill Bryan, Paulo Prietto, Brandon Rothe, Morgan Just, Brad Domke e Brandon Sears.

Em Portugal as competições oficiais estão sobre a tutela da Federação Portuguesa de Surf, é este organismo que é responsavel pelos atletas da modalidade. Um atleta pode-se federar através de um clube inscrito na FPS, ou directamente na FPS como atleta de skimboard.

Outros eventos que se realizam anualmente são Circuito Nacional de Skimboard, Zap Internacional Santa Cruz e Folha Internacional, por vezes outros eventos como concentrações ou outros eventos são realizados em Portugal.

No Brasil, já aconteceram eventos como Rio Open de Simboard, Arnette Skimboard Tour, Skim Festival Brasil e http://www.geracaoskim.com.br/blog/?p=555  Encontro Recife das Águas de Skimboard e Red Bull Hard Skimming.


sábado, 4 de dezembro de 2010

A História da Quiksilver






A QUIKSILVER desenha, produz e distribui roupas, acessórios e produtos para pessoas jovens de espírito, e representa um estilo de vida casual, influenciado por uma cultura do surfe. Atletas como o surfista Kelly Slater e Tony Hawk, um dos maiores nomes do Skate, endossam seus produtos, atestando, não somente a qualidade, mas um espírito de aventura.



A história

A história começou quando o surfista australiano Alan Green decidiu ganhar a vida criando “board shorts” (bermudas de surfe), e assim, tentar viver do surfe, sua grande paixão. Com a entrada de John Law na sociedade ambos começaram a desenvolver um novo conceito de bermudas especiais para a prática do surf e fundaram a QUIKSILVER no ano de 1969 em Torquay (estado de Victoria) na Austrália. As primeiras bermudas, com velcro no lugar de zíper, eram vendidas em pequenas lojas especializadas em surfe já em 1970. As primeiras exportações aconteceram em 1974 para lojas localizadas no Havaí. Poucos anos mais tarde conseguiram unir o design à funcionalidade, fazendo “boardshorts” para os melhores surfistas do mundo. Os primeiros surfistas patrocinados pela marca foram Rabbit Bartholomew, que viria a se tornar campeão mundial, e Bruce Raymond.


Quando em 1976, o americano Jeff Hakman, um dos primeiros surfistas patrocinados pela marca, obteve a licença para produção e distribuição da marca nos Estados Unidos, a empresa ganhou enorme impulso. Junto com seu amigo Bob McKnight, resolveram vender as peças no porta-malas de sua caminhonete, enquanto viajavam de praia em praia na costa da ensolarada Califórnia. Em 1985 iniciaram a distribuição dos produtos em lojas de departamento como Macy's, Marshall Fields, Dayton Hudson e Dillard’s, e rapidamente os produtos da QUIKSILVER se tornaram extremamente populares. A primeira loja da marca foi aberta na praia de Newport (estado da Califórnia).


Em 1990, a empresa resolveu investir no público feminino com o lançamento da marca ROXY, que, em 1994, lançou as primeiras bermudas desenvolvidas especialmente para as mulheres praticarem surfe. O sucesso não parou por aí. Anos mais tarde a marca conseguiu penetrar no grande mercado mundial e se tornou a maior e mais bem sucedida empresa do setor no mundo, principalmente depois do ano de 2000, quando os licenciados americanos compraram os direitos da marca QUIKSILVER na região asiática e pouco depois unificaram as operações. Em 2002, através de uma parceria com o atleta profissional de skate Tony Hawk, introduziu uma linha especialmente para os amantes desse esporte.


Em 2004, pela primeira vez na história, o faturamento rompeu a barreira de US$ 1 bilhão, muito em virtude da diversificação de suas linhas, que englobam, além do surf, o esqui (a linha foi introduzida em 1988) e outros esportes radicais. No ano seguinte a empresa adquiriu a tradicional produtora de equipamentos de esqui Rossignol, mas a venderia três anos depois. Nos últimos anos sua linha de produto foi ampliada contando também com relógios, óculos, produtos pessoais e vestuário casual. A última inovação da marca foi o lançamento no mercado da QUIKSILVER WOMEN, uma linha de roupas e acessórios voltados para mulheres de 18 a 24 anos.




Os patrocínio

A QUIKSILVER é famosa por patrocinar os melhores atletas do surfe, skate e esporte de neve. Os primeiros patrocínios a atletas começaram em 1978, e ganharam impulso em 1988, quando o bi-campeão mundial Tom Carroll assinou um contrato de US$ 1 milhão com a QUIKSILVER. Seu maior destaque seria Kelly Slater, dez vezes campeão do mundo e que assinou seu primeiro contrato com a marca em 1990, além do famoso atleta do skate Tony Hawk. Atualmente a QUIKSILVER patrocina cerca de 500 atletas amadores e profissionais de surfe esqui, skate e snowboard. A empresa também patrocina dois importantes torneios de surfe: o QUIKSILVER PRO para o público masculino, com a primeira edição realizada na Indonésia em 1995; e o ROXY PRO para o público femininos.





O logotipo

Seu tradicional logotipo, conhecido como Mountain and Wave, é representado por uma enorme onda com uma montanha em um fundo vermelho. Esses símbolos representam o estado americano da Califórnia, apesar da marca ser de origem australiana. Porém, muitos acreditam que o logotipo tenha sido influenciado pela The Great Wave of Kanagawa (A Grande Onda de Kanagawa). Ele foi criado pelo designer californiano Ray Smith em 1981. Ao longo dos anos o logotipo foi sendo modificado, ganhando uma versão mais moderna em 2007; e sua última recentemente, quando a tipologia da letra foi modificada.









Dados corporativos

● Origem: Austrália
● Fundação: 1969
● Fundador: Alan Green e John Law
● Sede mundial: Huntington Beach, California
● Proprietário da marca: Quiksilver, Inc.
● Capital aberto: Sim (1986)
● Chairman & CEO: Robert B. McKnight Jr.
● Faturamento: US$ 1.97 bilhões (2009)
● Lucro: - US$ 73.2 milhões (2009)
● Valor de mercado: US$ 592.7 milhões (julho/2010)
● Lojas: 600
● Presença global: + 90 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 7.650
● Segmento: Vestuário
● Principais produtos: Roupas e acessórios para prática esportiva
● Website: Original Thinking.
● Website: www.quiksilver.com




A marca no mundo

Hoje em dia a QUIKSILVER, que produz equipamentos, acessórios e roupas esportivas para atividades como surfe, skate, esqui alpino e snowboard, vende seus produtos em mais de 90 países através de 600 lojas próprias (em sua maioria concentradas na Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos), lojas especializadas e lojas de departamento, alcançando faturamento global de quase US$ 2 bilhões.


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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

História da Mormaii e a Febre dos Óculos




Mormaii é uma empresa focalizada na criação e confecção de roupas e artigos para surf. Situada na cidade de Garopaba, no litoral do estado de Santa Catarina, região sul do Brasil.


A Mormaii nasceu quando o médico Marco Aurélio Raymundo sentiu os efeitos da água fria prejudicando o seu desempenho no surf, numa manhã gelada de 1974. O local era Garopaba, no sul do Brasil, onde o jovem médico recém-casado se instalou para clinicar no posto de saúde local e criar seu filho numa praia tranqüila e com boas ondas.


Nas horas vagas, o jovem médico recém formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, conhecido como Dr. Morongo, passou a desenvolver e costurar suas próprias roupas de borracha. Depois fez outras para seus amigos, e logo instalou uma pequena fábrica na garagem de sua casa. Este empreendimento se transformou na maior fábrica de roupas de neoprene da América Latina. O nome da empresa Mormaii é derivado da junção do apelido de seu criador - Morongo - com o nome de sua ex-mulher, Maira e "i" dobrado, deriva de Hawaii.





A Mormaii hoje


Hoje, a Mormaii é principal marca de roupas de neoprene para surf e esportes aquáticos da América Latina, com centenas de funcionários na fábrica e muitos outros integrando uma rede de mais de 25 lojas franqueadas e 37 fabricantes licenciados em vários pontos do planeta. A partir de sua sede na cidade catarinense de Garopaba, a empresa exporta produtos para vários países. 

A mormaii também se destacou com outros produtos, por exemplo: Relógios, GPS, Tênis, pranchas entre outros até mesmo como MP3 à prova d'água.

No segmento óptico a Mormaii se destacou dentre os outros fabricantes de óculos com sua enorme variedade de cores e pinturas feitas à mão. Algumas vezes um mesmo modelo de óculos era feito em mais de 25 cores diferentes.




O crescimento dos óculos Mormaii

Pode parecer mentira, mas a procura de óculos Mormaii tem crescido cerca de 100% ao ano. Pois eles tem um estilo único, são de um material completamente forte, resistente e despojado. Os óculos da Mormaii fazem tanto sucesso quando as roupas neoprene e outros artigos de surf.



Óculos Mormaii Copacabana

A febre dos seus óculos começou com os famosos óculos Gamboa Rô! Que de tão estilosos, diversas marcas multinacionais fizeram até suas chamadas “homenagens” ou “imitações” em um português claro. Assim os óculos Mormaii vieram crescendo com o modelo Itacaré e seu estilo super esportivo. Os óculos da Mormaii, são todos aprovados por inúmeras normas brasileiras e européias, o que significa que sua qualidade estão acima das mínimas especificadas.


Óculos Mormaii Gamboa Air
Suas lentes P400 – Ultralite são lentes de policarbonato super resistentes e leves. Depois do sucesso do Itacaré, a lançou o Aram, um óculos semelhante ao Itacaré, porém para rostos maiores. Fazendo o mesmo com o Gamboa Street, uma evolução do Gamboa Rô, com a lateral mais larga mostrando a tendência da moda com óculos bem estilosos.



Óculos Mormaii Ilhéus

- Não existe no mundo uma variação de cor maior para cada modelo, nem mesmo grifes multinacionais fazem tamanha variedade de cor, possibilitando a você encontrar o óculos que tem haver com seu estilo! (Chegaram a ter mais de 30 variações de óculos de um mesmo modelo como o Itacaré, claro que com o tempo eles diminuem a variedade de acordo com a procura).


Óculos Mormaii Acqua

Ah, para quem usa óculos de grau! A mormaii ainda lançou os óculos de grau totalmente jovens e estilosos para seus fãns. A coleção nova de óculos Mormaii de grau é tão grande que possuem óculos de grau Mormaii de vários materias diferentes. Por exemplo, os óculos de grau Mormaii de titanium, aluminium, acetato, grilamid e muitos outros tipos, com muita leveza e ar esportivo!


Alguns diferenciais dos óculos Mormaii:

- São pintados a mão, com grande cuidado e perfeição;

- Ótimos preços, principalmente para assistência técnica como compra de lentes dos óculos de sol avulsa caso as suas já estejam riscadas;


terça-feira, 14 de setembro de 2010

MCD A História Real



História


“MCD foi pessoal. Foi uma revolta contra o padrão, um retorno explosivo e agressivo ao CORE” - Michael Tomson


No fim dos anos 80, a Gotcha havia se expandido muito além do seu mercado específico. O que havia começado como uma marca segmentada e com personalidade, estava se tornando “modinha” e a equipe de vendas, ao passo que se aprofundava no mercado de massa, começou a impor suas preferências quanto ás decisões de distribuição e rumos da marca.


Foi um período incrível de prosperidade para a empresa, mas Michael Tomson percebeu que a Gotcha não poderia se manter neste ritmo de crescimento, e que, de fato, a super distribuição comprometia os interesses da marca a longo prazo. Tomson tinha um lema – “A quantidade é inimiga da qualidade” e, neste caso, certamente era. Gotcha estava perdendo parte de seu prestígio entre os consumidores core. Tomson e o designer Jack Denny tiveram a idéia de criar uma nova marca-dentro-da-marca voltada exclusivamente para o mercado core. Com a exceção de Tomson, existiam poucos na empresa tão intensamente comprometidos em manter a integridade da marca frente aos consumidores core como Denny.


“Jack e eu nos confrontávamos constantemente”, diz Tomson. “Ele sempre me pressionava, me desafiava a nunca aceitar a situação atual”


Michael Tomson e Jack Denny logo determinaram o que era e o que não era “surfe”, e, a medida que a Gotcha expandia em um mercado vasto, via-se que a influência core na marca mãe diminuía rapidamente. A MCD foi um retorno ás raízes. “Tudo que dizia respeito a MCD era real” diz Mike Savage, que foi trazido da Gotcha para gerenciar a marca. “Chegou a tal ponto na moda surfe da Califórnia, que no fim dos anos 80, o néon estava estourando, as pessoas andavam para cima e para baixo em cores malucas. O surfe havia se tornado muito comercial. A MCD era o oposto disto. Existia um sentimento libertador em fazer o que você realmente acreditava.” Para o lançamento da nova marca, Tomson reuniu se com seu parceiro de longa data Mike Salisbury para criar o primeiro anúncio da campanha. O nome escolhido para a marca, naquele momento estava entre: Bash, e Noise, que foram descartados futuramente. O nome More Core Division, ou seja, MCD, convenientemente surgiu do filme Surfers: The Movie. “Um dos caras entrevistados falou que os surfistas do Norte da Califórnia eram ‘mais core’ do que os outros,” diz Tomson. “E o nome simplesmente pegou.”


O primeiro passo foi a apresentação do time e o conceito da marca. Tomson selecionou os top riders do time da Gotcha para a MCD. Era um autêntico “quem é quem” da elite do surfe: Martin Porter, Cheyne Horan, Dino Andino, Derek e Michael Ho, Mike Stewart, Brock Little, Matt Archbold, e Gerry Lopez. O novo super time entrou no estúdio de Mike Funk em Costa Mesa, Califórnia no fim do ano de 1989 para a monumental foto preta e branca em grupo, que levou o título de “Superior Mothers.”


“Eles eram todos grandes campeões dentro de seus próprios estilos e características,” relembra Funk, “e cada um achava que era melhor do que o outro. A atitude e a personalidade forte de cada um dos integrantes desse time, ficava evidente no momento que entravamos no estúdio” A campanha do Superior Mothers correu por cerca de nove meses e foi indispensável para estabelecer a credibilidade da MCD entre os surfistas core. “Michael Tomson cumpriu o seu dever,” diz Derek Ho. “Ele montou um dos melhores times de todos os tempos, em todos os termos: competição, freesurfing, conhecimento e atitude. Ele tinha Africanos, Australianos, Californianos, Havaianos. Ele cobriu o mapa. Nós éramos a Equipe Mãe de Todas as Outras.”


Em 1992, Michael Tomson, provando mais uma vez que era um visionário, identificou uma lacuna a ser preenchida no mercado de surfwear e decidiu separar a More Core Division da Gotcha, mantendo a Gotcha como uma marca desenvolvida para as grandes massas e criando então a MCD. Marca desenvolvida e criada pela e para a elite do surf mundial. Uma marca de atitude forte e autêntica, baseada em valores bem definidos e com uma postura extremamente inovadora.


Após desligar a MCD da Gotcha, a primeira ordem era estabelecer um símbolo para a marca. Era um esforço em colaboração, com o Denny à frente do projeto. Johnny Monson foi trazido da Gotcha para ajudar Denny fazer a MCD decolar. “MT compreendeu que eu tinha uma conexão com a atitude,” recorda Monson. Ele e Tomson entraram, contribuindo com o projeto básico do logo. Ao contrário da Gotcha, o logo não mudou com o tempo, a MCD era sobre o manter o core, manter a autênticidade.


A MCD realizou rapidamente o que se propôs a fazer: Estabeleceu uma reputação sólida como uma inovadora e arrojada marca de surfe. Tomson doutrinou a equipe de vendas da MCD com esta lição: Não exagere. “Ele sabia que depender do mercado de massa era o beijo da morte para uma marca de conceito e com personalidade,” recorda Monson. Quando a campanha do Superior Mothers terminou, a maioria dos surfistas retomaram seus caminhos, alguns inclusive retomara sua identificação com a Gotcha, exceto por Matt Archbold. O Archbold dos anos 90 se auto definia como uma força dominante em Off the Wall e pela quantidade de tatuagens cobrindo sua pele. Archbold sinalizou a mudança de paradigma pela qual a MCD foi estabelecida. “Eu apenas gosto de tatuagem” diz Archbold. “A MCD trabalhou com isso. Se encaixava com toda a imagem de rebeldia. Era more core.” Archbold se tornou a cara da MCD. Ele legitimava a autenticidade da grife. “Não dá para ser mais autêntico que o Archy,” diz Mike Savage. “Ele era o anti-herói do surfe. Eu acho que a imagem clássica da MCD é o Archy, fotografado de costas, com a bermuda da MCD, e com a tatuagem ‘Build for Speed’ no seu pescoço.”


“Eu acho que o Michael viu a MCD como um tipo de gangue fora da lei,” diz Archbold. “A caveira e os ossos cruzados, toda a imagem de fora da lei. Isso foi o que eles fizeram de mim – Eu não estou dizendo que eu não o era, mas eu mudei, e a imagem continuava lá. A MCD era uma grife underground solidamente construída, focando-se na parte principal”.


A MCD produziu um vídeo sobre Archbold, intitulado Addiction. Filmado completamente em preto e branco, Addiction, misturava o seu surfe freestyle e a sua imagem rebelde com a imagem de seu patrocinador. O título aludiu ao compromisso quase patológico de Archbold em surfar, mas ressoando com outros significados. Era andar no limite - MCD jogava pesado e não seguro.


Desde o início, a MCD foi concebida e construída sobre fortes pilares comportamentais. Começando com o comportamento inquieto, visionário e contestador de seu criador, Michael Tomson, que quis criar uma marca realmente original e autêntica, que traduzisse a sua personalidade e a de milhares de surfistas que não se enquadravam no perfil ditado pela industria do surf mundial.


“O prestígio da MCD como uma marca comportamental, ultrapassou fronteiras culturais do surf” Perry Farrel - MCD’s team manager e membro da banda Janes Addiction.


MCD no Brasil


Em 1985 a marca MCD chega ao Brasil lincenciada pela BIGBRANDS, exatamente com o mesmo conceito com o qual havia sido criada na Califórnia: ser uma marca diferente, inovadora, a opção Core dentro do mercado de surfwear, oferecendo aos surfistas brasileiros um modo de viver cheio de atitude, personalidade, estilo e comportamento.


MCD Feminino


Outro marco na história da marca foi a criação de uma linha feminina MCD em 2004. O conceito dessa linha surge através de alguns questionamentos em relação à imagem do surfwear no Brasil, que muitas vezes cria estereótipos de uma menina sem personalidade, limitada ao conhecimento da cultura praiana. A proposta da linha feminina MCD, é encher os olhos da menina (ou mulher) que a vê.. Despertar a vontade de ser diferente, de poder experimentar, de ser livre, e poder se expressar ... ser quem realmente é e não precisar fingir de acordo com a espera do outro Essa menina core é culta, de personalidade forte, autêntica, antenada, independente, atraente, espontânea, tem atitude, sabe o que quer e vai atrás. Não faz questão de agradar a todos e sabe se impor. É comunicativa e bem articulada. As vezes causa um certo incômodo por não falar sempre o que gostariam de ouvir. É uma menina que vai a praia, curte o lifestyle, mas não é rata de praia. Não faz parte de nenhum mundinho exclusivo, pois prefere criar o dela. É sonhadora, sensível e romântica sem ser clichê.


Vivemos em um mundo cheio de informações, diversidade de estilo, onde a cada dia sentimos que é impossível sermos alienados e vivermos com os olhos parados em um só lugar. A partir disto a MCD, polêmica e inovadora como sempre, busca fugir do óbvio e expandir este mundo do surf, mostrando que o consumidor muda, e precisa cada vez mais de uma marca que agregue conhecimento, estimule o lado artístico e transpareça liberdade de expressão e experimentação.


Manifesto


Core é autêntico antes de ser moda. É puro mas não limpo. Uma visão, não uma tendência. Core são valores, não princípios. Mitos, não lendas. Core é o instinto acima do racional. O Original na frente do novo. É um modo de viver, não um estilo de vida. Core é preto antes do branco. Core é cru! Core é atitude!



quinta-feira, 10 de junho de 2010

História do Bodyboard

  Bodyboard nasceu no ano de 1971, e o seu pai foi Tom Morey. Tomas Morey estava pegando onda na Califórnia, como fazia sempre. Um belo dia ele vacilou e quebrou a prancha, e para ser considerado um dos melhores, continuou pegando onda com sua prancha quebrada, dropando a onda deitado sobre a mesma...
Assim surgia o MOREY ( nome originado de seu sobrenome: Tomas MOREY ) Boogie. Tom nasceu em Detroit ( Estados Unidos ) e mais tarde mudou-se com a sua família para Laguna Beach na Califórnia para se libertar de toda aquela pressão citadina que se vivia em Detroit. Atualmente Tom Morey vive em Kona, na maior ilha do Hawaii, Oahu. Tom formou-se em Engenharia Mecânica pela Southern California University e trabalhou como Engenheiro de Rockets para a Douglas Aircraft. Ele foi um dos melhores surfistas nos anos 50 e em 1964 abriu a sua própria Surf Shop dedicando-se 100% aos seus desenhos. Em 1971 depois de ter introduzido varias inovações nas pranchas de surfe e de ter apresentado previsões futurísticas sobre pranchas na "Surfer Magazine", desenhou algo totalmente diferente , a primeira prancha de Bodyboard. Esta era feita com pedaços de espuma de polyesthylene que derretia sobre jornais com um ferro quente. A "Boogie Board" tiveram de imediato um Buum de vendas estrondoso em todo o país (Estados Unidos). A manufatura das pranchas foi assegurada pela Kransco Corporation e Tom exigio que cada novo modelo tivesse imprimido o ano Bahai de fabricação (136,139,..). Tom é, e era um devoto á religião budista, e caracteriza as ondas como seres vivos que nos fornecem dados que nos possibilitam prever o futuro, e criou a "Boogie Board" por ser possível através dela um contato harmonioso entre nós e as ondas. No Brasil o Bodyboard teve um grande impulso com Xandinho, grande Bodyboarder e incentivador do esporte. Depois surgiu Guilherme Tâmega botando pra dentro de todos os tipos de ondas, local do posto 5 de Copacabana e hoje tetra campeão mundial. 
  O Bodyboard feminino do Brasil então nem se fala, dominam o circuito mundial de ponta a ponta. Este desporto maravilhoso não para de crescer e hoje em dia já existem milhares e milhares de praticantes em todo o mundo. Hoje em dia está havendo um movimento contrário ao de tempos atrás, quando várias pessoas começavam no Bodyboard e depois iam para o surfe, o que acontece agora é o inverso, vários surfers estão mudando para pegar onda deitado e poder encarar qualquer tipo de mar e ficar o mais dentro do tubo possível, onde só um Bodyboarder pode ir.


                       (Imagem de Tom Morey, o criador do Bodyboard)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

História do Surf


Ninguém sabe ao certo quando ou onde surgiu o surfe, mas acredita-se que tudo começou nas Ilhas Polinésia. Os povos que habitavam aquelas ilhas tinham o mar como trabalho e também como diversão. E foi quando algum deles estava se divertindo, há mais ou menos 1500 anos, que surgiu o surfe. É claro que para eles aquela brincadeira em que se ficava em pé em um tronco, sobre as ondas, não tinha esse nome. Mais tarde, esse mesmo povo chegou ao Hawai e levou consigo o surfe. Conquistadores ingleses em expedição conheceram esse esporte e difundiram pela Europa. Logo os Europeus foram para o Hawai levando não só a vontade de surfar como as doenças o que dizimou as civilizações das ilhas. O surfe sempre foi praticado pelos nativos como uma forma de cerimônia religiosa, cultural e até mesmo social. Porém, em 1821, a pratica desse esporte foi considerada imoral pelos missionários europeus, os quais tinham preconceitos religiosos e queriam pregar sua fé. Eles alegaram que os havaianos levavam uma vida muito preguiçosa e precisam trabalhar mais. Mas o surfe não morreu aí e foi resgatado em 1907 por George Freeth.
Em 1920, Duke Kahanamoku do Hawaii e campeão olímpico de natação fez com que o esporte voltasse definitivamente, criando o primeiro clube de surfe e popularizando o esporte nos EUA, principalmente na Califórnia.
Em 1946 surgiu a primeira prancha de fibra acrílica e em 1949 a primeira prancha inteira de fibra pura. As pesadas pranchas de madeira passaram a ser substituídas por essas pranchas mais leves. Isso provocou uma revolução no modo de surfar, com o fim do peso das pranchas , os surfistas passaram a ter maior mobilidade criando novas manobras.
Nos anos 70, o que mandava no surfe era o estilo; o tubo era, e ainda é, considerado o momento máximo do Surfe. Já nos anos 80, houve a explosão comercial do esporte. As competições e o dinheiro acabaram estragando o real espírito do esporte. Na virada para a década de 90 as pranchas passaram a ser mais leves ainda, aumentando a velocidade dos surfistas nas ondas, que passaram a mandar manobras inimagináveis, impraticáveis e imprevisíveis, caracterizando a nova geração do Surfe. Nos últimos anos os longboarders começaram a ressurgir nas praias, possibilitando a volta dos surfistas mais antigos, promovendo uma mistura de gerações.

O Surfe no Brasil

Osmar Gonçalves foi o primeiro surfista brasileiro. Os primeiros praticantes de surfe no Brasil surgiram em Santos na década de 30. Nos anos 40, durante a Segunda Guerra Mundial, o Rio de Janeiro serviu de base naval dos aliados e recebeu a visita de americanos que trouxeram suas pranchas de surfe, máscaras de mergulho, pés de pato dando início aos esportes na praia. Nos anos 50 a praias cariocas enchiam nos finais de semana. Surgiram nomes como Paulo Preguiça, Luiz Bisão Vital , Arduino Colassanti entre outros. Todos utilizavam pranchas de madeiras, chamadas de portas de Igreja.

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Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.