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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Félix, o Cearense Mostra seu Patriotismo.





Atual campeão nacional, o cearense Messias Félix agora carrega um adereço personalizado em sua prancha: a bandeira do Brasil. Ele pôs na parte traseira um deck com o desenho durante as disputas da etapa seis estrelas do WQS, a divisão de acesso mundial, em Ribeira da Foz, Portugal.

Messias foi bem nas primeiras baterias, mas caiu na terceira fase, assim com o campeão brasileiro de 2008, o carioca Gustavo Fernandes. Os cearenses Heitor Alves, André Silva e Pablo Paulino, os paulistas Wiggolly Dantas e paulista David do Carmo, o paraibano Jano Belo e o carioca Leo Neves

terça-feira, 14 de setembro de 2010

MCD A História Real



História


“MCD foi pessoal. Foi uma revolta contra o padrão, um retorno explosivo e agressivo ao CORE” - Michael Tomson


No fim dos anos 80, a Gotcha havia se expandido muito além do seu mercado específico. O que havia começado como uma marca segmentada e com personalidade, estava se tornando “modinha” e a equipe de vendas, ao passo que se aprofundava no mercado de massa, começou a impor suas preferências quanto ás decisões de distribuição e rumos da marca.


Foi um período incrível de prosperidade para a empresa, mas Michael Tomson percebeu que a Gotcha não poderia se manter neste ritmo de crescimento, e que, de fato, a super distribuição comprometia os interesses da marca a longo prazo. Tomson tinha um lema – “A quantidade é inimiga da qualidade” e, neste caso, certamente era. Gotcha estava perdendo parte de seu prestígio entre os consumidores core. Tomson e o designer Jack Denny tiveram a idéia de criar uma nova marca-dentro-da-marca voltada exclusivamente para o mercado core. Com a exceção de Tomson, existiam poucos na empresa tão intensamente comprometidos em manter a integridade da marca frente aos consumidores core como Denny.


“Jack e eu nos confrontávamos constantemente”, diz Tomson. “Ele sempre me pressionava, me desafiava a nunca aceitar a situação atual”


Michael Tomson e Jack Denny logo determinaram o que era e o que não era “surfe”, e, a medida que a Gotcha expandia em um mercado vasto, via-se que a influência core na marca mãe diminuía rapidamente. A MCD foi um retorno ás raízes. “Tudo que dizia respeito a MCD era real” diz Mike Savage, que foi trazido da Gotcha para gerenciar a marca. “Chegou a tal ponto na moda surfe da Califórnia, que no fim dos anos 80, o néon estava estourando, as pessoas andavam para cima e para baixo em cores malucas. O surfe havia se tornado muito comercial. A MCD era o oposto disto. Existia um sentimento libertador em fazer o que você realmente acreditava.” Para o lançamento da nova marca, Tomson reuniu se com seu parceiro de longa data Mike Salisbury para criar o primeiro anúncio da campanha. O nome escolhido para a marca, naquele momento estava entre: Bash, e Noise, que foram descartados futuramente. O nome More Core Division, ou seja, MCD, convenientemente surgiu do filme Surfers: The Movie. “Um dos caras entrevistados falou que os surfistas do Norte da Califórnia eram ‘mais core’ do que os outros,” diz Tomson. “E o nome simplesmente pegou.”


O primeiro passo foi a apresentação do time e o conceito da marca. Tomson selecionou os top riders do time da Gotcha para a MCD. Era um autêntico “quem é quem” da elite do surfe: Martin Porter, Cheyne Horan, Dino Andino, Derek e Michael Ho, Mike Stewart, Brock Little, Matt Archbold, e Gerry Lopez. O novo super time entrou no estúdio de Mike Funk em Costa Mesa, Califórnia no fim do ano de 1989 para a monumental foto preta e branca em grupo, que levou o título de “Superior Mothers.”


“Eles eram todos grandes campeões dentro de seus próprios estilos e características,” relembra Funk, “e cada um achava que era melhor do que o outro. A atitude e a personalidade forte de cada um dos integrantes desse time, ficava evidente no momento que entravamos no estúdio” A campanha do Superior Mothers correu por cerca de nove meses e foi indispensável para estabelecer a credibilidade da MCD entre os surfistas core. “Michael Tomson cumpriu o seu dever,” diz Derek Ho. “Ele montou um dos melhores times de todos os tempos, em todos os termos: competição, freesurfing, conhecimento e atitude. Ele tinha Africanos, Australianos, Californianos, Havaianos. Ele cobriu o mapa. Nós éramos a Equipe Mãe de Todas as Outras.”


Em 1992, Michael Tomson, provando mais uma vez que era um visionário, identificou uma lacuna a ser preenchida no mercado de surfwear e decidiu separar a More Core Division da Gotcha, mantendo a Gotcha como uma marca desenvolvida para as grandes massas e criando então a MCD. Marca desenvolvida e criada pela e para a elite do surf mundial. Uma marca de atitude forte e autêntica, baseada em valores bem definidos e com uma postura extremamente inovadora.


Após desligar a MCD da Gotcha, a primeira ordem era estabelecer um símbolo para a marca. Era um esforço em colaboração, com o Denny à frente do projeto. Johnny Monson foi trazido da Gotcha para ajudar Denny fazer a MCD decolar. “MT compreendeu que eu tinha uma conexão com a atitude,” recorda Monson. Ele e Tomson entraram, contribuindo com o projeto básico do logo. Ao contrário da Gotcha, o logo não mudou com o tempo, a MCD era sobre o manter o core, manter a autênticidade.


A MCD realizou rapidamente o que se propôs a fazer: Estabeleceu uma reputação sólida como uma inovadora e arrojada marca de surfe. Tomson doutrinou a equipe de vendas da MCD com esta lição: Não exagere. “Ele sabia que depender do mercado de massa era o beijo da morte para uma marca de conceito e com personalidade,” recorda Monson. Quando a campanha do Superior Mothers terminou, a maioria dos surfistas retomaram seus caminhos, alguns inclusive retomara sua identificação com a Gotcha, exceto por Matt Archbold. O Archbold dos anos 90 se auto definia como uma força dominante em Off the Wall e pela quantidade de tatuagens cobrindo sua pele. Archbold sinalizou a mudança de paradigma pela qual a MCD foi estabelecida. “Eu apenas gosto de tatuagem” diz Archbold. “A MCD trabalhou com isso. Se encaixava com toda a imagem de rebeldia. Era more core.” Archbold se tornou a cara da MCD. Ele legitimava a autenticidade da grife. “Não dá para ser mais autêntico que o Archy,” diz Mike Savage. “Ele era o anti-herói do surfe. Eu acho que a imagem clássica da MCD é o Archy, fotografado de costas, com a bermuda da MCD, e com a tatuagem ‘Build for Speed’ no seu pescoço.”


“Eu acho que o Michael viu a MCD como um tipo de gangue fora da lei,” diz Archbold. “A caveira e os ossos cruzados, toda a imagem de fora da lei. Isso foi o que eles fizeram de mim – Eu não estou dizendo que eu não o era, mas eu mudei, e a imagem continuava lá. A MCD era uma grife underground solidamente construída, focando-se na parte principal”.


A MCD produziu um vídeo sobre Archbold, intitulado Addiction. Filmado completamente em preto e branco, Addiction, misturava o seu surfe freestyle e a sua imagem rebelde com a imagem de seu patrocinador. O título aludiu ao compromisso quase patológico de Archbold em surfar, mas ressoando com outros significados. Era andar no limite - MCD jogava pesado e não seguro.


Desde o início, a MCD foi concebida e construída sobre fortes pilares comportamentais. Começando com o comportamento inquieto, visionário e contestador de seu criador, Michael Tomson, que quis criar uma marca realmente original e autêntica, que traduzisse a sua personalidade e a de milhares de surfistas que não se enquadravam no perfil ditado pela industria do surf mundial.


“O prestígio da MCD como uma marca comportamental, ultrapassou fronteiras culturais do surf” Perry Farrel - MCD’s team manager e membro da banda Janes Addiction.


MCD no Brasil


Em 1985 a marca MCD chega ao Brasil lincenciada pela BIGBRANDS, exatamente com o mesmo conceito com o qual havia sido criada na Califórnia: ser uma marca diferente, inovadora, a opção Core dentro do mercado de surfwear, oferecendo aos surfistas brasileiros um modo de viver cheio de atitude, personalidade, estilo e comportamento.


MCD Feminino


Outro marco na história da marca foi a criação de uma linha feminina MCD em 2004. O conceito dessa linha surge através de alguns questionamentos em relação à imagem do surfwear no Brasil, que muitas vezes cria estereótipos de uma menina sem personalidade, limitada ao conhecimento da cultura praiana. A proposta da linha feminina MCD, é encher os olhos da menina (ou mulher) que a vê.. Despertar a vontade de ser diferente, de poder experimentar, de ser livre, e poder se expressar ... ser quem realmente é e não precisar fingir de acordo com a espera do outro Essa menina core é culta, de personalidade forte, autêntica, antenada, independente, atraente, espontânea, tem atitude, sabe o que quer e vai atrás. Não faz questão de agradar a todos e sabe se impor. É comunicativa e bem articulada. As vezes causa um certo incômodo por não falar sempre o que gostariam de ouvir. É uma menina que vai a praia, curte o lifestyle, mas não é rata de praia. Não faz parte de nenhum mundinho exclusivo, pois prefere criar o dela. É sonhadora, sensível e romântica sem ser clichê.


Vivemos em um mundo cheio de informações, diversidade de estilo, onde a cada dia sentimos que é impossível sermos alienados e vivermos com os olhos parados em um só lugar. A partir disto a MCD, polêmica e inovadora como sempre, busca fugir do óbvio e expandir este mundo do surf, mostrando que o consumidor muda, e precisa cada vez mais de uma marca que agregue conhecimento, estimule o lado artístico e transpareça liberdade de expressão e experimentação.


Manifesto


Core é autêntico antes de ser moda. É puro mas não limpo. Uma visão, não uma tendência. Core são valores, não princípios. Mitos, não lendas. Core é o instinto acima do racional. O Original na frente do novo. É um modo de viver, não um estilo de vida. Core é preto antes do branco. Core é cru! Core é atitude!



segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Hurley Proporciona Camisetas Tipo de Futebol





No Hurley Pro 2010 que ocorre na Califórnia, nesses próximos dias, os melhores surfistas do mundo se depararam com uma novidade, uma não duas. Além de estrear o novo formato do Circuito Mundial - apenas com o top 32 e quatro convidados -, a etapa de Trestles, na Califórnia, tem uma outra novidade. Os surfistas ganharam camisetas personalizadas, com o nome e a posição do ranking.








Fail Surf 4

Manobras de Surf

360º - Manobra em que o surfista executa uma volta completa em torno de si mesmo (com sua prancha) e continua na mesma direção.

Aerial - Vôo com a prancha.

Aerial 360º - Variação dificílima da manobra supra citada, onde o surfista executa a mesma durante um vôo com a prancha.

Batida - Manobra em que o surfista acerta a crista da onda com a parte de baixo da prancha.

Cut back - Manobra em que o surfista volta na direção contrária da onda e depois retorna na direção normal.

Dropar - Significa descer a onda da crista até a base.

Floater - Manobra em que o surfista flutua, quase sem contato, com a crista da onda, quando ela já está quebrando.

Grab Rail - Manobra que o surfista coloca a mão na borda da prancha para pegar um tubo de back side.

Tail Slide - Manobra em que o surfista derrapa a rabeta da prancha. Pode ser conjugada com outras manobras. Ex: Aerial 360º com Tail Slide.

Tubo - Manobra em que o surfista fica dentro da onda.

Rasgada - O surfista joga a rabeta da prancha para frente e vira o corpo para onda.

Aério - Quando o surfista decola sobre a onda e retorna com perfeição.

Cavada - O surfista vai até embaixo da onda e sobe para realizar uma manobra.

Floater - Manobra em que o surfista fica sobre a crista da onda.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Record Mundial Voltará para o Brasil

O 4º EarthWave, que acontece neste fim de semana em Santos, pode ser marcado por um recorde. Durante o evento, haverá duas tentativas para quebra da marca de 110 surfistas em uma mesma onda, feito que aconteceu na África do Sul, em 2009 na qual eu já fiz uma matéria aqui no Blog falando exatamente sobre essa marca que era brasileira, mas os sul-africanos bateram. O objetivo da organização é levar 300 surfistas para a Praia de José Menino, próximo ao píer. A primeira tentativa será no sábado, a partir das 14h, e a segunda ocorre no domingo, às 12h. A inscrição é gratuita, mas os participantes precisam chegar com antecedência ao local para se cadastrarem.




quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Armandinho e Os Desejos do Mar

Armandinho, como sempre representando o surf e as tradições regueiras do sul. Dessa vez o cara vem com seu novo cd. Nas minhas contas já é o 5°, por isso o nome é Volume 5. Na minha opinião Armandinho é um musico da qual é um exemplo para qualquer banda gaúcha, afinal de contas bandas gaúchas se tornar famosas e conseguir manter um bom resultado após a fama é muito raro.







No álbum volume 5, tem a música Desejos do Mar, que na minha opinião é uma das melhores feitas pelo cantor na sua história. Então vamos mostrar um vídeo com uma montagem meia boca de alguém no youtube, pelo menos o que realmente interessa é a música desconsiderem o vídeo. Lembrando que podemos frisar também do novo álbum do Armandinho, a música Tá Todo Mundo Aí e Paz e Amor na Quebrada.

Ahh, quase me esqueci, quem acompanhou os outros cds do surfista gaúcho,  deve se lembrar das suas músicas engraçadinhas. Nesse novo trabalho ele não esqueceu dessa parte do cd. A música engraçadíssima da vez é a última (faixa número 13), As Festas Que Eu Vou. Techo:

"As festas que eu vou só tem piá.
As festas que eu vou só tem piá.
Nas que eu quero ninguém deixa eu entrar.
Nas festas que eu vou só tem refri.
Os tio tão me tirando pra guri.
As festas que eu vou acabam cedo.
Depois me da vontade de sair."




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